Mito da Caverna de Platão

Mito da Caverna de Platão

 

Primeiramente vejam a história, do Maurício de Sousa.

O legal é que não houve mudança desde a época das cavernas até os dias de hoje. Somente mudou-se a “sombra”, mas os homens continuam a ver a vida pelos olhos dos outros. E há de quem ousar dizer que isso não é a realidade, que isso é somente uma forma de alienação, de manter-se na ignorância. Certamente ocorrerá o mesmo que ocorreu com o Piteco. As pessoas irão querer matá-las, afinal, quem é alguém para dizer que a vida não é aquela que ele aprendeu a “viver” desde pequeno.

Um tal de Galileu Galilei tentou fazer isso uma vez, quase foi morto. Todos acreditavam que a Terra era o centro do universo, aprenderam isso desde cedo, e quando ele viu que a verdade era outra, quase o mataram. Para continuar vivo ele teve que dizer que ele era o errado, que realmente a Terra era o centro do universo.

O filme Matrix (o primeiro) explora muito bem esse mito. Despertaram o Neo para a realidade, que não era aquele que ele até então acreditava. O até então mundo real nada mais era do que uma ilusão gerada pelas máquinas, mas como isso foi feito desde que as pessoas nasciam, nem questionavam, e tentavam destruir qualquer pessoa que ousasse dizer que aquilo era fantasioso, mentiroso.

A música Ãh, do Gabriel o Pensador possui uma frase que acho muito interessante: “Tão fazendo a gente de robô, só não sei quem programou”.

E você, é o Piteco ou os homens da caverna? Prefere ter sua vida gerenciada ou gerenciá-la? Prefere ser responsável por suas atitudes ou inocente por ter feito o que se faz normalmente? Prefere ser o ator ou o expectador da vida?

Caso prefira ser um Piteco, meus parabéns, e muita força, pois não será nada fácil.

Palavras chave: comprometimento, crítica, Ctrl+C Ctrl+V, educação, sociedade

Postado por Carlos Henrique Leda às Terça-feira, Agosto 09, 2011

viaMundiota: Mito da Caverna de Platão.

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1 comentário

  1. Complicado, Zé. Li isso ontem(domingo) e hoje, durante o trabalho, como fumante que sou, fui prá sacada e ficava observando o gato na varanda. Alimentado, espichado, tomando sol. Que felicidade! Do meu lado, pressão total, clientes, exigências, coração na mão, putz! E o bicho naquela calma zen de fazer inveja. Botei os calos dos cotovelos na janela, mirei aquela criatura e falei prá ele: Nego, na próxima encarnação quero ser gato, ou cachorro, porque essa espécie que eu encarnei tá fudida. Tenho muitos amigos espíritas e vou propor uma discussão: será que passar de animal para humano é evolução?

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