Inovação – Sebrae

CONTATO SUSTENTABILIDADE – TENDÊNCIAS

SUSTENTABILIDADE NA GESTÃO PÚBLICA: RESPONSABILIDADES E AÇÕES CRIAR UMA CIDADE SUSTENTÁVEL É PAPEL DE VÁRIOS PARTICIPANTES DA SOCIEDADE. Entre eles, os servidores e representantes responsáveis pela gestão pública.Por muito tempo, não demos a atenção devida ao uso dos recursos naturais e às alterações que provocamos no ambiente ao construir nossa vida. No post de hoje, você vai saber o que significa a sustentabilidade na gestão pública e quais são as responsabilidades dos servidores. Conheça a ação de fiscalização dos órgãos e o projeto Cidades Sustentáveis para guiar políticas públicas. O QUE É SUSTENTABILIDADE NA GESTÃO PÚBLICA Os governos, seja federal, seja estadual, seja municipal, alcançam milhões de pessoas. Por isso, são responsáveis por desencadear o pensamento e as ações que promovem a sustentabilidade.Mas o que significa ter uma gestão pública sustentável? Que todas as decisões tomadas pelo poder público devem priorizar a manutenção dos recursos e o melhor uso dos espaços. Que, tanto na área tributária quanto na administrativa, deve haver uma preocupação com regras e fiscalizações que cumpram as metas sustentáveis.Normalmente, essas metas são definidas internacionalmente por acordos como o de Paris. Saiba quais são as prioridades brasileiras para isso neste post.Além disso, internamente, a gestão pública também precisa aplicar práticas sustentáveis. Por exemplo, o uso racional de papel, a economia de energia, etc.Isso é feito, principalmente, com o uso da tecnologia. A declaração do Imposto de Renda é um exemplo. Desde 2005, é realizada pela internet, o que economiza recursos e otimiza a fiscalização contra a sonegação fiscal. FISCALIZAÇÃO DO TCU Para fazer um diagnóstico do estado das ações de sustentabilidade na gestão pública, o Tribunal de Contas da União (TCU) realizou uma pesquisa com 101 instituições da Administração Pública Federal.Foram analisadas as políticas públicas voltadas para a promoção da sustentabilidade nas instituições que priorizam o consumo sustentável de água, energia e outros recursos.Além disso, o TCU investigou ações de gestão de resíduos e de estímulo da produção de bens e serviços que priorizam a sustentabilidade.Para a análise, foram estabelecidos 11 eixos temáticos e cada um deles foi avaliado como um indicador com pontuação de 0 a 3.Com a média entre os indicadores, foi possível determinar o Índice de Acompanhamento da Sustentabilidade na Administração (IASA). Cada eixo levou em conta os seguintes critérios:➜ Racionalização no uso de energia elétrica e de água➜ Atendimento a requisitos de acessibilidade➜ Certificação de prédios públicos➜ Racionalização no uso de papel e implementação de processo eletrônico➜ Gestão de resíduos e coleta seletiva➜ Contratações públicas sustentáveis➜ Mobilidade e gases do efeito estufa➜ Conscientização, capacitação e adesão a programas de sustentabilidade PROGRAMA CIDADES SUSTENTÁVEIS O Programa Cidades Sustentáveis elaborou um guia para a gestão pública preparar os interessados em aprimorar ações de sustentabilidade.O material – disponibilizado em arquivo digital – contém 260 indicadores básicos e informações úteis para gestores e outras pessoas engajadas com o poder público.O guia também traz os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) definidos pela ONU para o Brasil e os de outros 192 países. E ainda as metas estipuladas pela ONU até 2030, as descrições dos indicadores, as variáveis que os compõem e o método de cálculo.Para quem deseja ler sobre o assunto sob a ótica do embasamento conceitual, vale a pena baixar. PLANEJAMENTO É ESSENCIAL Assim como outras organizações, a tendência do serviço público é resolver as demandas diárias e “apagar os incêndios”. Em curto prazo, não é possível fazer muita coisa. Muitas vezes, a força de trabalho do setor público permite apenas isso. Mas é preciso fazer mais.Para que fique mais fácil apresentar projetos inovadores que favoreçam a sustentabilidade, é preciso começar de algum lugar. Por isso, o planejamento é essencial.Um bom plano de governo sustentável define prioridades e metas, além de prazos e responsabilidades de cada representante da sociedade.É importante que tudo fique registrado para manter as metas de sustentabilidade na gestão pública à vista.Já existem programas para capacitação de agentes públicos na área de inovação que inevitavelmente levam à sustentabilidade. Conheça o GovLab e o Invente. CIDADE SUSTENTÁVEL: O QUE FAZER PARA A SUA SE TORNAR UMA

Fonte: Inovação – Sebrae

Inovação – Sebrae

Fonte: Inovação – Sebrae

A IDEIA DE COMEÇAR UM NEGÓCIO É MUITO TENTADORA.

Você tem a possibilidade de aplicar o que mais gosta em algo que eventualmente crescerá muito. Por isso mesmo, também pode ser bastante assustador.

Para ajudá-lo nessa empreitada, hoje vamos explicar como criar uma startup, quais são os primeiros passos e como garantir ao máximo que ela terá sucesso.

 

COMO CRIAR UMA STARTUP

Muita gente acha que é preciso ser rico para ter uma startup. Mas isso não é verdade. Realmente não ter muito dinheiro para investir desde o começo pode dificultar um pouco as coisas, mas, mesmo assim, você ainda pode construir um negócio de sucesso.

Com os processos corretos e rotinas já testadas, qualquer um com uma boa ideia pode empreender.

Parte do seu “dever de casa” é estudar sobre o que significa lançar uma startup. E não só para que o produto dê certo e seja inovador.

Diferentemente de um negócio tradicional, como uma loja ou uma padaria, startupscrescem em uma velocidade incrível. Se você não estiver preparado, pode “matar” o negócio.

Além disso, uma startup precisa ser escalável e absorver o aumento rápido nas vendas sem comprometer tudo. É isso que faz funcionar a “mágica” dos projetos inovadores.

 

PASSOS PARA CRIAR UMA STARTUP

Não há uma fórmula definida que ensine como criar uma startup. Entretanto, você pode seguir alguns passos que, se forem aplicáveis ao seu caso, aumentam as chances de sucesso.

 

RESOLVER UM PROBLEMA

Matt Montenegro, empreendedor do Barba Ruiva.com, relata neste blog como foi criar um produto como o AIO. Antes de criar a plataforma de treinamento para times, ele gastou muito tempo desenvolvendo um projeto que achou ser carente no mercado.

Ao invés disso, ele explica que teria sido melhor, desde o início, fazer o contrário: detectar um problema e só aí desenvolver a solução.

A chave para o sucesso de uma startup é correr atrás do problema. Isso mesmo! Chegue ao ponto de ficar até obsessivo nele, como se fosse uma imersão mesmo.

Imagine que o problema pode ter sido detectado por grandes empresas e cabe a você resolvê-lo de forma totalmente nova. Em qualquer setor, há sempre uma brecha na competição.

 

VALIDAÇÃO DA IDEIA

Depois de descobrir qual problema você vai resolver, parta para a ideia. Mas não comece a desenvolver ainda.

Antes de tudo, é importante validar se realmente vai resolver a dor do cliente e se ela tem atributos que favoreçam isso – desde o preço até a distribuição.

Se quiser saber mais sobre testes de validação, acesse este post.

 

DESENVOLVA UMA ROTINA DE TRABALHO

Não importa a fase da sua startup, você precisa desenvolver técnicas eficientes de rotina de trabalho. Especialmente se você não estiver fundando a startup com dedicação exclusiva. É muito comum que você precise continuar no seu trabalho até certo ponto.

Isso será essencial uma vez que você pode aumentar a equipe. A partir daí, precisará se preocupar não só com o negócio em si, mas também com a parte de gestão. Já pensou que rotina apertada?

Se precisar saber mais sobre Gestão de Equipes, conheça o Slack.

 

NÃO FAÇA TUDO SOZINHO

Não acredite que você precise fazer tudo sozinho desde o início. Na verdade, se fizer isso, pode sair prejudicado.

Procure se juntar a outros empreendedores da sua cidade. Melhor ainda se já existir um ecossistema. Troque o máximo de informações que conseguir e aprenda com eles.

Em muitos casos, empreendedores começam a startup junto com um sócio. Se for o seu caso, garanta que tenham afinidade, a mesma vontade e que acredite no projeto.

Só não se esqueça de deixar a parte jurídica sempre atualizada. Ter um contrato com os termos da sociedade é imprescindível.

 

CONFIE NA SUA IDEIA

Lançar uma startup é semelhante a publicar um livro. Você pode ter a preparação completa, fazer muita pesquisa e escrever uma proposta perfeita. Se não tiver, porém, coragem para colocar o projeto na rua, nada acontecerá.

Você precisa que alguém leia, critique e discuta os pontos principais do projeto. Esteja aberto a críticas. Mas, acima de tudo, confie no que você deseja lançar.

 

EVENTOS EM QUE VOCÊ PODE PARTICIPAR

Uma boa forma de começar é participando de eventos. O principal deles é o Startup Weekend, promovido pelo Sebrae. É realizado durante em um fim de semana e funciona assim:

 

PRIMEIRO DIA: CONHECER, APRESENTAR E FORMAR TIMES

No primeiro dia de evento, os participantes se conhecem, e alguns já apresentam alguma ideia de projeto na qual desejam trabalhar, trocando informações uns com os outros.

 

JANTAR E NETWORKING

 

O evento também dá espaço para que as pessoas conversem, troquem ideias, proporcionando momentos de descontração.

 

ESCOLHA UM PROJETO

 

Quem ainda não tem uma ideia se junta àquela com a qual mais se identificar.

 

60 SEGUNDOS PARA A APRESENTAÇÃO

 

Cada grupo mostra sua ideia aos outros participantes em um minuto ou menos.

 

SEGUNDO DIA: APRENDER E TRABALHAR

APRENDER COM OS MELHORES

Nos Startup Weekends, mentores locais se juntam ao evento para guiar os futuros empreendedores nos passos do projeto.

 

MÃOS À OBRA

 

Agora é hora de montar a ideia e construir etapas como prospecção de clientes e protótipo.

 

TERCEIRO DIA: APRESENTAR E ESCOLHER

APRESENTAÇÃO A UM PAINEL DE JUÍZES

 

Com tudo pronto, é hora de apresentar a startup a um painel. Normalmente, são cinco minutos para cada um.

 

CELEBRAR

 

Oportunidade não só para assistir à apresentação de outros participantes, mas também para conversar mais com juízes e mentores sobre a ideia.

 

PRÓXIMOS PASSOS

Tudo isso que vimos faz parte do primeiro planejamento. No final, você provavelmente vai chegar a uma ideia bem diferente da que começou.

Em muitos casos, até fazer as primeiras vendas, não é necessário investir demais na parte jurídica. Garanta que o básico esteja formalizado. Só depois pense em providenciar um CNPJ e montar um escritório.

Por fim, busque sempre resultados. Sem eles, você não passa desse ponto. Evite cair no “grande sonho” e seja o mais prático e objetivo possível.

Qual é sua experiência ao criar startupsNão deixe de comentar!

 

7 DICAS PARA SOBREVIVER AO PRIMEIRO ANO DE EMPREENDEDORISMO

O futuro da Energia Solar pode ser brilhante, artigo de José Eustáquio Diniz Alves – EcoDebate

Fonte: O futuro da Energia Solar pode ser brilhante, artigo de José Eustáquio Diniz Alves – EcoDebate

Organização Meteorológica Mundial (OMM) prevê novas ondas de calor e temperaturas recordes em 2017 – EcoDebate

Organização Meteorológica Mundial (OMM) prevê novas ondas de calor e temperaturas recordes em 2017Notícia by Redação – 21/06/20170Compartilhe  A agência especializada da ONU alerta para novas ondas intensas de calor este ano na Europa, que podem fomentar incêndios, como o ocorrido recentemente em Portugal. Foto: EFE/Paulo Novais Da Agência EFE / ABrA Organização Meteorológica Mundial (OMM), agência especializada das Nações Unidas para tempo e clima, advertiu nesta terça-feira (20) que espera novas ondas intensas de calor este ano tanto na Europa como na Ásia, e disse que 2017 será um ano “excepcionalmente quente”. A informação é da agência EFE.“Haverá mais ondas de calor neste verão, não só na Europa como em outras partes do mundo”, afirmou em uma coletiva de imprensa o cientista Omar Baddour, da OMM. Segundo ele, atualmente a Europa vive uma onda de calor que, embora seja um fenômeno meteorológico “natural”, é considerado um “evento extremo”.“As ondas de calor são fenômenos naturais, considerados extremos, mas que nos últimos dez anos têm sido muito recorrentes por causa do aquecimento global. É preciso estarmos preparados para que estes fenômenos sejam cada vez mais comuns”, afirmou.Por conta da onda de calor que está afetando o continente europeu, maio e junho estão sendo meses com temperaturas muito elevadas. No caso, as segundas mais altas já registradas no continente, abaixo apenas das registradas em 2016, quando houve uma junção do aquecimento global com o fenômeno El Niño, que provoca o aumento das temperaturas.“É necessário destacar que, este ano, não temos e nem teremos o fenômeno El Niño, o que destaca ainda mais as altas temperaturas deste ano “, disse Baddour. Ele aifrmou que a OMM não pode prever quando ocorrerão as ondas de calor, porque a previsão do tempo é para 15 dias.“Mas, sabendo que o Painel Intergovernamental sobre Mudança Climática (IPCC, agência da ONU que visa sintetizar e divulgar o conhecimento mais avançado sobre o aquecimento global) aponta que as temperaturas planetárias seguirão crescendo, podemos predizer que haverá novas ondas de calor neste verão, e que este ano será excepcionalmente quente”, acrescentou o especialista.A atual onda de calor está fazendo com que as temperaturas sejam até 6 graus mais altas que a média. A origem da atual onda de calor europeia é o ar proveniente do deserto do Saara, que entra na Península Ibérica e dali segue para a Europa ocidental até os Balcãs.in EcoDebate, ISSN 2446-9394, 21/06/2017 [CC BY-NC-SA 3.0][ O conteúdo da EcoDebate pode ser copiado, reproduzido e/ou distribuído, desde que seja dado crédito ao autor, à EcoDebate e, se for o caso, à fonte primária da informação ]Inclusão na lista de distribuição do Boletim Diário da revista eletrônica EcoDebate, ISSN 2446-9394,Caso queira ser incluído(a) na lista de distribuição de nosso boletim diário, basta enviar um email para newsletter_ecodebate+subscribe@googlegroups.com . O seu e-mail será incluído e você receberá uma mensagem solicitando que confirme a inscrição.O EcoDebate não pratica SPAM e a exigência de confirmação do e-mail de origem visa evitar que seu e-mail seja incluído indevidamente por terceiros.

Fonte: Organização Meteorológica Mundial (OMM) prevê novas ondas de calor e temperaturas recordes em 2017 – EcoDebate

PDCA: Entenda o que é e como funciona

Planejar, executar, verificar e agir: entenda de que forma empresas e consultorias usam a fórmula para resolver seus problemas Em nosso cotidiano – tanto pessoal como profissional – somos frequentemente desafiados a criar fórmulas para solucionar os problemas que aparecem. Com as empresas, não é diferente.O PDCA é uma dessas fórmulas, e foi disseminada no Brasil pela consultoria de gestão FALCONI – hoje uma gigante com cerca de 600 consultores e mais de 30 anos de atuação, somando milhares de projetos realizado em empresas privadas e órgãos do governo.O método é usado para avaliar se os seus esforços estão realmente trazendo o resultado esperado – e, se não for esse o caso, corrigir o que for necessário. Portanto, para que ele funcione, é preciso saber o resultado que você espera.No estilo de gestão da Falconi, é aí que entram as metas: objetivos a serem alcançados com prazo e valor estabelecido. Assim, a meta deixa claro onde e quando você quer chegar. Escolher as metas para um projeto, uma empresa, ou mesmo suas metas pessoais, não é uma tarefa simples – exige dedicação e análise cuidadosa do que já foi feito no passado. As metas, quando bem definidas, devem ser:Desafiadoras: Demandam conhecimentos novos e aumentam a complexidade dos desafios anteriores.Viáveis: Devem ser estabelecidas para ser atingidas, e é preciso acreditar que realmente é possível alcançá-las. Não devem ser estabelecidas com exagero, como um norte impossível.Sustentáveis: Analisadas com base em fatos e dados, e atingidas de forma que garanta que os resultados vão se manter.As metas também devem ser mensuráveis e possíveis de ser acompanhadas: “Você não controla (e nem melhora) aquilo que não pode medir” é um dos mantras da consultoria, emprestado de Peter Ducker.Alguns exemplos de metas estabelecidas em empresas e organizações do governo: aumentar 6% o EBITDA, reduzir em 90% nossa taxa de erros de produtos enviados, melhorar em 15% o índice de aprendizagem dos alunos do ensino básico.A partir daí, o método PDCA vai ajudar a indicar qual o melhor caminho para atingir essas metas, e realizar os ajustes de rumo necessários conforme ele vai sendo percorrido.A história do métodoAcrônimo para Plan (planejar), Do (executar), Check (verificar) and Act (agir), em inglês, o método remete à obra do filósofo francês René Descartes, Discurso do Método, de 1637. “Naquela época, a motivação de Descartes era descobrir uma forma de condução científica do pensamento humano em busca da verdade. Essa é a origem fundamental do PDCA, um método cartesiano de resolver problemas”, explica um consultor ouvido pelo Na Prática.Dentro do ambiente corporativo, o método PDCA tornou-se popular através de um estatístico americano chamado Edward Deming: no início da década de 1950, após a Segunda Guerra, o governo japonês convidou Deming a ajudar o país na reconstrução industrial no cenário do pós-guerra.Com a aplicação das técnicas de Deming, o Japão se tornou uma potência industrial e um case histórico de produtividade – e foi de lá que o mineiro Vicente Falconi, fundador da consultoria que leva seu nome, trouxe essas ideias.A grande razão de ser do PDCA é a resolução de problemas: ele é um passo a passo para o alcance de metas. Segundo consultores da FALCONI, o método pode ser aplicado a qualquer tipo de problema, inclusive em em situações da vida pessoal, e é base fundamental dos processos de gestão de qualquer tipo de organização.Assista ao bate-papo do Na Prática com o professor Vicente FalconiComo funciona o PDCANa prática, o método segue a sequência das quatro letras. Primeiro, como já explicamos, é necessário identificar um problema e traçar uma meta para sua resolução, com prazo definido para se chegar ao resultado esperado. A partir daí entra em jogo o acrônimo:Plan: Analisar e planejar as ações que vão ajudar a chegar mais perto da meta, e sempre que possível definir um resultado esperado para cada uma dessas açõesDo: Executar o plano de ação definido na etapa anteriorCheck: Verificar e analisar os resultadosAct: Por fim, incorporar aprendizados e agir para consertar possíveis falhas a partir do que está dando errado ou padronizar o que está dando certoColocando o PDCA em práticaNa parte do planejamento, é necessário dedicar tempo para analisar os dados do problema (histórico, frequência, etc) e refletir sobre quais seriam suas causas mais fundamentais, para poder pensar em ações que vão atuar sobre essas causas.Nesse momento, cabe o brainstorming tanto sobre causas como sobre ações para atacá-las. Porém, como um brainstorming acaba gerando um número grande de possibilidades, é preciso priorizar: Quais causas são as mais impactantes no problema? Quais ações podem trazer mais resultado?A partir daí, essas ações precisam ser colocadas em prática. De nada adianta um planejamento excelente se ele não for bem executado.Um dos pontos principais levantados pelos consultores é a necessidade de disciplina para cumprir o que foi previsto no plano de ação. Como já

Fonte: PDCA: Entenda o que é e como funciona

Reciclagem: você conhece, mas você pratica? artigo de Fabrício Previatto Gimenes – EcoDebate

O que é reciclagem?

Todo produto é feito de algum tipo de material, ou uma combinação de materiais. Nos processos de fabricação os materiais são extraídos e transformados até que o produto chegue a sua forma final, que é utilizada por nós. Quando esses produtos chegam ao final de sua vida útil é preciso encontrar um jeito de destinar os resíduos. A reciclagem faz com que os materiais presentes em um produto sejam retransformados até poderem ser reutilizados na fabricação de novos produtos.

Além de diminuir o impacto ambiental de empresas, instituições e casas, a reciclagem também reduz os gastos com extração das matérias-primas e o impacto ambiental associado. Ela abre oportunidades para que o volume de lixo gerado por nós seja reduzido, diminui a pegada de carbono de nossas atividades e gera renda e trabalho para milhares de pessoas. Se não bastassem os benefícios ambientais, econômicos e sociais que a reciclagem oferece, ela também é simples de ser apoiada.

Conhecer e praticar

As possibilidades da reciclagem cresceram muito nas duas últimas décadas e dependem principalmente da nossa responsabilidade na hora de descartar. Vários são os materiais que podem ser reciclados: metais (alumínio, cobre, aço, níquel, etc), plásticos, papelão, isopor, etc. Quase todos os materiais do cotidiano empresarial e doméstico podem ser reciclados hoje em dia, mas então por que os índices de reciclagem são baixos?

Caminho da reciclagem

O sucesso da reciclagem depende de um conjunto de esforços que envolve todos nós ao longo do processo e um dos principais é separação. Quando jogamos fora algum material, a chance dele ser reciclado depende da capacidade de fazer com que ele chegue até o local certo. Os sistemas de coleta de resíduos sólidos urbanos de diversos municípios brasileiros já possuem serviço de coleta seletiva. Estes sistemas não possuem capacidade suficiente para abranger todas as localidades, por isso também existem as cooperativas de catadores. Mas o lixo reciclável só atinge o resultado desejado se todas as partes envolvidas trabalharem corretamente:

 

O caminho da reciclagem
O caminho da reciclagem

 

O papel da indústria e empresas

No conjunto de esforços que faz com que a reciclagem torne-se uma realidade a indústria tem um papel muito importante. Ela é responsável por selecionar quais materiais serão utilizados na produção dos produtos que consumimos. A escolha dos materiais e produtos recicláveis diminui o impacto ambiental das empresas e da sociedade. Mas vai além disso, a indústria também é responsável por abrir portas para a reentrada dos materiais depois de reciclados.

O papel do consumidor

Quando você escolhe um produto na prateleira do supermercado, você pensa em como ele vai ser jogado fora depois do uso? Você olha a embalagem do produto e procura informação sobre se é possível reciclar? Quando nós descartamos nosso lixo todo misturado ele vai parar num aterro sanitário, onde o lixo é simplesmente enterrado sem reaproveitamento. É função de cada pessoa ter consciência de como é importante separar os materiais antes do descarte, somente assim a reciclagem pode funcionar. Você já parou para pensar no futuro que seus filhos terão que enfrentar se o lixo não receber o tratamento correto? Não feche o caminho da reciclagem, pelo contrário, abra espaço para que ele possa ir mais longe.

O papel dos governos

A legislação brasileira atribui responsabilidade compartilhada em relação aos resíduos gerados: governo, consumidor, produtor, vendedor… Porém é de responsabilidade específica dos governos municipais, estaduais e federal dar condições para que a gestão de resíduos funcione. Uma das partes mais importante da gestão de resíduos é a coleta seletiva e a reciclagem. As comunidades, as cooperativas, as empresas e todos os cidadãos devem cobrar de seus municípios a organização dessa estrutura.

O papel dos recicladores

O perfil dos recicladores é variado. Existem cooperativas, empresas pequenas, empresas de médio porte e até mesmo empresas internacionais. Cada um dos perfis de reciclador terá necessidades específicas para garantir o funcionamento do negócio e gerar o impacto positivo que a reciclagem oferece. O desafio é criar condições para que o negócio seja realmente viável em vários níveis. Gerar valor positivo dentro da cadeia de suprimentos. Criar processos que melhorem a qualidade do material reciclado e o volume produzido. Aumentar a capacidade de recebimento da coleta seletiva. Esses e outros desafios precisam ser vencidos para que a reciclagem torne-se uma realidade mais abrangente do que é hoje. As últimas pesquisas do Governo Federal apontam que o Brasil não passa de 10% de reciclagem do total de lixo produzido.

A reciclagem em números

Para compreender bem o panorama brasileiro é preciso comparar nossos números com o panorama internacional. Além disso, é preciso que a reciclagem seja capaz de gerar benefícios de curto e longo prazo para a sociedade. Sem esses benefícios ela perde força e empresas e pessoas não investem no processo. Veja a seguir alguns números interessantes sobre a reciclagem no Brasil e no mundo.

 

Estatísticas de reciclagem no Brasil e no mundo
Estatísticas de reciclagem no Brasil e no mundo

 

Buscar o horizonte desejado

O Brasil ainda tem um percurso longo para percorrer em busca dos níveis internacionais de reciclagem do total de lixo, mas existe muito potencial positivo. A Política Nacional de Resíduos Sólidos foi uma conquista significativa para assinalar nosso compromisso com a sustentabilidade como nação. Agora é hora de transformar as diretrizes da lei em realidade. Existem empresas brasileiras trabalhando e investindo para que a reciclagem alcance os níveis que precisamos. Faça sua parte e comece dentro da sua empresa, dentro da sua escola, dentro da sua casa. O trabalho depende do esforço coletivo e organizado de todos, pois é uma necessidade de todos.

Fonte: http://www.witzlerrecicla.com.br/2017/05/18/reciclagem-voce-conhece-mas-voce-pratica/

Fabrício Previatto Gimenes cursa o 5º ano da graduação em Engenharia de Produção, Faculdade de Engenharia de Bauru (FEB – UNESP).

 

in EcoDebate, ISSN 2446-9394, 22/05/2017

“Reciclagem: você conhece, mas você pratica? artigo de Fabrício Previatto Gimenes,” in EcoDebate, ISSN 2446-9394, 22/05/2017, https://www.ecodebate.com.br/2017/05/22/reciclagem-voce-conhece-mas-voce-pratica-artigo-de-fabricio-previatto-gimenes/.

 

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A Terra com ‘pressão alta’ e hipertermia, artigo de José Eustáquio Diniz Alves – EcoDebate

A Terra com ‘pressão alta’ e hipertermia, artigo de José Eustáquio Diniz AlvesNotícia by Redação – 22/05/20171Compartilhe  “É triste pensar que a natureza fala e que a humanidade não a ouve”. Victor Hugo (1802-1885)  [EcoDebate] A hipótese Gaia, elaborada inicialmente por James Lovelock, diz que a Terra é um organismo vivo que tem um metabolismo natural capaz de regular seu clima e temperatura, promovendo um equilíbrio homeostático global. Eventos externos, como choques de meteoritos, podem provocar perturbações neste equilíbrio. Também forças internas, como vulcões, podem perturbar a estabilidade. Mas, atualmente, é o crescimento das atividades antrópicas, no Antropoceno, que está modificando o ambiente e perturbando o funcionamento natural, o que pode colocar em cheque a própria sobrevivência da vida na Terra.De fato, o alto crescimento da população e da economia, especialmente depois da Segunda Guerra Mundial, ampliou tanto a exploração de recursos do meio ambiente e gerou tanta poluição e resíduos sólidos, que ultrapassou a capacidade de carga do Planeta. O principal vetor de pressão sobre o equilíbrio homeostático são as mudanças climáticas geradas pelo aumento das emissões de gases de efeito estufa (GEE). O efeito estufa descontrolado é como um tumor que provoca “pressão alta” e “febre”. Quanto mais gases na atmosfera maior será a temperatura da Terra. Na tendência atual caminhamos para um quadro de hipertermia, isto é, elevação e manutenção das temperaturas em patamares capazes de comprometer, ou mesmo colapsar, os metabolismos do corpo biológico e geoclimático.Assim, a alta concentração de CO2 funciona como uma “pressão alta” sobre o Planeta, pois absorve a dispersão dos raios solares e aumenta o efeito estufa. Quanto maior for a concentração de CO2 e outros gases de efeito estufa, como o metano (CO2 equivalente), maior será o aquecimento global.A concentração de CO2 estava abaixo de 280 partes por milhão (ppm) nos 2 milhões de anos anteriores à Revolução Industrial e Energética. Mas a partir do uso generalizado dos combustíveis fósseis a concentração começou a subir alcançando 295 ppm em 1900, 300 ppm em 1920 e 310 ppm em 1950. Em 1958, Charles Keeling, instalou no alto do vulcão Mauna Loa o primeiro equipamento para medir as concentrações de CO2 na atmosfera. Com o início das medições do laboratório de Mauna Loa, comprovou-se que a concentração de CO2 na atmosfera, na média mensal, chegou a 399,76 partes por milhão (ppm) em maio de 2013 e ultrapassou definitivamente a barreira de 400 ppm no ano de 2015, sendo que em 2016, a maior concentração ocorreu no dia 10/04 (409,34 ppm).Mas, a despeito do Acordo de Paris e dos trabalhos científicos que mostram os aspectos deletérios do efeito estufa, a concentração de CO2 continua subindo e chegou a 412,6 ppm no dia 26/04/2017. Em todo o mês de abril de 2017 a média foi de 409,01 ppm. No dia 15/05/2017 a concentração ficou em 411,27 ppm. Na semana de 14 a 20 de maio a média semanal ficou em 410,36 ppm, conforme o gráfico abaixo.  O gráfico seguinte mostra a média horária e diária da concentração de CO2, segundo dados da NOAA. A média horária ultrapassou o limiar simbólico de 410 ppm no dia 05 de abril de 2017 e repetiu a marca em vários outros dias, especialmente depois do dia 19 de abril, até chegar perto de 414 ppm no dia 26/04. No mês de maio de 2017, não só a média horária, mas também a média diária ultrapassou a marca de 410 ppm em vários momentos, indicando que o teto de 410 ppm em 2017, tende a ser um piso a partir de 2018.  O nível minimamente seguro de concentração atmosférica de CO2 é de 350 ppm. Assim, o mundo vai ter não só de parar de emitir gases de efeito estufa (GEE) como terá que fazer “emissões negativas”, ou seja, terá que sequestrar carbono e fazer uma limpeza da atmosfera para reduzir a quantidade de CO2, evitar a acidificação dos solos e dos oceanos e o degelo do Ártico, da Antártica, da Groenlândia e dos Glaciares. E uma grande ameaça que se agrava com o processo de degelo é a “bomba de metano” que existe no permafrost.Grandes terrenos de permafrost do ártico ao noroeste do Canadá, no Alasca e na Sibéria estão se desintegrando, enviando enormes quantidades de lama e sedimentos ricos em carbono em riachos e rios. A liberação do CO2 e do metano existente nos solos congelados pode tornar o efeito estufa uma bomba incontrolável, como existia há 200 milhões de anos, quando a biodiversidade da Terra era muito menor do que a atual. Artigo de Uwe Branda et. al. (2016) traz uma afirmação preocupante: “O aquecimento global provocado pela liberação maciça de dióxido de carbono pode ser catastrófico. Mas a liberação do hidrato de metano pode ser apocalíptica”.As gerações presentes já estão sentindo o perigo. O aumento da concentração de CO2 na atmosfera contribuiu para o fato dos anos de 2014, 2015 e 2016 terem sido os mais quentes já registrados e aponta para novos recordes futuros de aquecimento. Estima-se que o limite de 1,5º C vai ser atin

Fonte: A Terra com ‘pressão alta’ e hipertermia, artigo de José Eustáquio Diniz Alves – EcoDebate