Indústria 4.0: as oportunidades de negócio de uma revolução que está em curso » Negócios » Diário do Comércio

NEGÓCIOS22/08/2017Indústria 4.0: as oportunidades de negócio de uma revolução que está em cursoInternet das coisas, manufatura aditiva, produção autônoma: tudo isso deixou de ser tendência do futuro para se tornar diferencial dos negócios. Conheça as oportunidades da Indústria 4.0*Tweetar inCompartilhar2EmailA-   A+Se tem uma coisa que as aulas de história nos ensinaram é que a Revolução Industrial, do final do século XVIII, transformou completamente o nosso modo de viver. O consumo em massa, a urbanização e o intenso desenvolvimento tecnológico foram moldados por esse movimento e acelerados a partir de então.Leia mais em Endeavor @ https://endeavor.org.br/industria-4-0-oportunidades-de-negocio-de-uma-revolucao-que-esta-em-curso/Nessa evolução, podemos distinguir quatro diferentes Revoluções Industriais, em menos de 180 anos:Leia mais em Endeavor @ https://endeavor.org.br/industria-4-0-oportunidades-de-negocio-de-uma-revolucao-que-esta-em-curso/Após cerca de 200 anos, chegamos à era da Indústria 4.0, a 4ª Revolução Indústrial, marcada pela completa descentralização do controle dos processos produtivos e uma proliferação de dispositivos inteligentes interconectados, ao longo de toda a cadeia de produção e logística, como explica o Empreendedor Endeavor José Rizzo neste artigo.[Tem um negócio inovador no setor industrial? Inscreva-se no Scale-Up Indústria]O que muda com a Indústria 4.0?A emergência de novas tecnologias como Big Data, Internet das Coisas e manufatura aditiva cria as bases para essa nova revolução industrial. E, com ela, surgem uma série de mudanças de paradigma que mudam o jeito de enxergar o funcionamento de uma indústria e o processo que faz um produto chegar até ao consumidor.Aumento de produtividade por meio da otimização e automaçãoExiste uma série de preocupações que tiram o sono dos empreendedores que trabalham com indústria: economizar recursos, aumentar a lucratividade, reduzir o desperdício, automatizar para prever erros e atrasos, acelerar a produção para trabalhar em função da cadeia de valor, digitalizar fluxos que eram feitos no papel, conseguir intervir rapidamente em casos de problemas da produção, e muito mais. A necessidade é tão grande que a maior parte dos investimentos feitos em internet das coisas (IoT) pela indústria são relacionados a operação, dos processos à logística e gestão do inventário.Digitalização dos produtos em um ecossistema interconectadoVocê deve ter notado. Se antigamente, um bom carro era aquele que gastava pouco combustível oferecendo o máximo conforto, hoje isso já não é mais suficiente. Os mais novos automóveis indicam a melhor rota em um painel multimídia, se conectam com seu celular, apitam se você não usa o cinto de segurança e te deixam fazer quase tudo via comando de voz.Um produto com mais de 200 anos — o carro — agora passa a ser integrado a um novo ecossistema digital com internet, telefonia móvel e GPS.Esse movimento é parte do processo de integração em que todos os produtos que existem hoje passam a se conectar por meio de uma rede digital. Já aconteceu com seu carro, celular, televisão, geladeira, relógio e todos os conhecidos wearables. Mas esse é só o começo da revolução.Os dados gerados hoje moldam os produtos de amanhãO jeito como as pessoas usam os produtos hoje indica aos empreendedores como será o design do futuro. Os dados gerados a cada uso — que vão do modo como você dirige, assiste televisão, se exercita e até dorme — vão moldando os produtos que veremos em breve nas prateleiras.O resultado disso é que os novos produtos serão inspirados, mais do que nunca, no uso que o consumidor faz hoje dos produtos que tem, em uma abordagem de engenharia e design inteiramente centrada no consumidor.Prever o que vai acontecer antes de a linha de produção pararO uso dos dados é, por si só, um campo de vasta oportunidade para melhorar a eficiência da indústria.Quando Sakishi Toyada criou o sistema de produção da Toyota, surgiu também uma abordagem para lidar com os problemas da linha de produção: os 5 porquês. Se aparecesse um problema que fizesse a produção parar, era preciso perguntar 5 vezes o porquê aquilo aconteceu.Nessa abordagem, todos os problemas eram identificados depois do acontecido, até encontrar a causa raiz. Porém, nesse meio tempo, havia desperdício de recursos, riscos de manchar a imagem da marca, pedidos que eram cancelados e produtos que sofriam recall por problemas na produção. Se todo o sistema industrial está conectado e pode ser monitorado, é possível programar alertas, dar o suporte às máquinas antes de falharem, e ainda, monitorar em tempo real e diagnosticar de forma mais rápida os problemas, mesmo que os engenheiros não estejam no chão da fábrica. Com essa visão, abre-se uma oportunidade para os empreendedores na criação de serviços de manutenção inteligente e prevenção de falhas na linha de produção.Agora, com os sensores instalados nas fábricas e as análises feitas praticamente em tempo real, é possível fazer a manute

Fonte: Indústria 4.0: as oportunidades de negócio de uma revolução que está em curso » Negócios » Diário do Comércio

Anúncios

ECONOMIA CRIATIVA

Economia Criativa

Oportunidades que a Economia Criativa oferece para o crescimento de uma cidade, um município, país ou empresa. No caso das empresas, os produtos e serviços se assemelham cada vez mais, somente sobreviverão aquelas que forem respeitadas e desejadas pelas comunidades e consumidores. Daí a crescente importância estratégica da Responsabilidade Social Empresarial (RES).

A Economia Criativa oferece enormes oportunidades nesta área e com um benefício extra: ao atuar com os negócios criativos trabalhamos simultaneamente o fator econômico e o fator de interação social, gerando mercado. Além disso, existe o enorme campo pouco explorado da “culturalização dos negócios”: como inovar produtos e serviços, ampliar mercado e fidelizar clientes através da incorporação de elementos culturais e criativos ao negócio. Por isso a Economia Criativa tem sido considerada a grande estratégia de desenvolvimento para o século XXI.

Dependendo da platéia, esta atividade pode ser:

1) introdutória: para quem possui pouco ou nenhum contato com a Economia Criativa. Explica-se o que é a Economia Criativa, seus conceitos básicos, como e porque ela permite o Desenvolvimento Sustentável, processos que a caracterizam, como implementá-la (de onde partir, onde se pode chegar), exemplos de cases (cidades, municípios, etc), como surgiu historicamente.
Tópicos abordados, entre outros:

  • Mudança de era: centralidade do intangível;
  • “Estamos fazendo canja com nossa galinha de ovos de ouro?”;
  • Negócios Criativos;
  • Culturalização dos Negócios;
  • Reconhecendo e valorizando os intangíveis em seu negócio;
  • Economia de Nicho e Futuros (cauda longa);
  • Economia da Experiência; Sustentabilidade e a nova economia;
  • Economia Criativa e Inovação;
  • Economia Criativa e Futuros Desejáveis.

2) avançada: para platéias que estudam e/ou trabalham com Economia Criativa. Discute-se com profundidade os conceitos e processos relativos a esse tipo de Economia, diferenças de enfoque entre teorias e práticas de Economia Criativa, apresentam-se os cases mais contemporâneos e desenvolvimentos mais recentes. Após apresentação extensiva, a participação da platéia é facilitada para discutir e intercambiar experiências, relatos, práticas e conclusões.

Tópicos abordados, entre outros:

  • Diferenças entre as teorias e práticas de Economia Criativa surgidas e cultivadas em países diversos (Europa, USA, BRIC, “Terceiro Mundo”)
  • Contextualização da Economia Criativa: porque um tipo de enfoque interessa e é mais aplicado por certos países do que outros?
  • Como praticar a Economia Criativa aqui, agora e já?
  • Como sensibilizar autoridades públicas e privadas?
  • Iniciativas do Terceiro Setor em diferentes países: casos e experiências concretos.
  • O que tem produzido bons resultados e o que tem deixado a desejar?
  • Como sistematizar experiências, material, avançar e consolidar?
  • Dificuldades de implementação e condução da Economia Criativa.

http://laladeheinzelin.com.br/servicos/palestras-2/economia-criativa/